Diante do cenário em que estamos vivendo, da tal “era” da globalização, o surgimento de novas tecnologias nos proporciona um número grande de informações e rapidez na comunicação, e, conseqüentemente, os consumidores estão cada vez mais questionadores, logo, mais preocupados com a responsabilidade social das organizações.
Hoje não se compra o produto/serviço apenas pelo custo-benefício, nem apenas preço. O que se levam em consideração é a reputação da organização perante os seus públicos, o que a organização tem feito para contribuir para minimização das agressões ao meio ambiente, como se dá o relacionamento com a comunidade em que está inserida e com seus funcionários, e que faz pela sociedade no geral.
Nesse cenário de consumidores cada vez mais exigentes, as organizações não têm medido esforços para atender as novas exigências do mercado, onde ter “ISO” é estar a um passo do seu concorrente, mas não é só isso (ao mesmo tempo).
Porém, o que eu quero que seja refletido nesse post, é a questão do público interno nas organizações, já que muitas empresas o deixam de lado, passando a se preocupar somente com a imagem da marca diante de seus públicos, com a comunicação externa.
A tendência é que as empresas passem a adotar cada vez mais a administração participativa, que tem por objetivo fazer com seus funcionários participem da tomada de decisão, tenha um canal direto com a alta direção e posso expressar suas opiniões sem medo de ser repreendido ou não ser ouvido.
As organizações devem entender que funcionário é público prioritário e multiplicador, como se encontra nos livros mesmo. É caso em que teoria e prática devem se confirmar para o bem organizacional.
Ter um ambiente em que seus funcionários se sintam motivados, felizes no local de trabalho e que possam sentir que não são apenas um número dentro da organização é essencial para que o funcionário vista realmente a camisa e se torne “embaixador” daquela empresa e de seus produtos.
Vou além e parto para as sugestões: por que não ser criada uma “ISO”, no qual a organização seria avaliada a motivação dos funcionários, a rotatividade, os benefícios oferecidos, entre outros? Sem essa de medir clima ou se a empresa é boa para se trabalhar ou não. Afinal para quem já está dentro, não agrega muita coisa o resultado que vai sair nas Melhores Para Você Trabalhar da Exame, certo!?!
Karen Silva Lima
Karen Silva Lima